80 Anos

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80 anos

Vivian Tamai – Inspirada no modelo de Sthephen Covey

OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES

Nós seres humanos temos a tendência de querer que as pessoas nos aceitem e nos validem. Quando algo não sai como desejamos rapidamente colocamos a ‘culpa’ nelas e nada aprendemos com o ocorrido!

E se pararmos e pensarmos qual papel estamos desempenhando na vida de cada um que nos rodeia?

Como tenho sido como pai, mãe, filho, filha, líder, liderado, amigo, amiga, irmã, irmão, marido, esposa, namorado, namorada, ex-marido, ex-esposa, genro, nora, sogro, sogra, colega de trabalho e infinitos papéis que desempenhamos em nossa vida?

O que temos feito para que nossas relações sejam intensas? Quantas vezes somos diplomáticos com nossas relações?

Isso mesmo: ‘diplomacia’ essa palavra que hoje se usa apenas para autoridades. Em toda situação de conflito, temos dois caminhos: o de ser critico e julgador ou de pura e simplesmente ser diplomático e sair do conflito.

Não era o resultado que desejávamos? Ótimo, o que importa é que tentamos… O que importa é o que fizemos de diferente naquele momento. O que importa é que escolhemos ser diferentes e esperar isso de todos é algo desafiador. A diplomacia é para poucos, mudanças são para poucos, e os resultados eficazes são para a minoria.

Vamos fazer o exercício de memorizar nossa festa de 80 anos.

Fechemos os olhos, coloquemo-nos de frente à um espelho, olhemos nossa imagem e a envelheçamos até 80 anos, vista-mo-nos adequadamente e glamurosamente (afinal de contas, é uma festa com todas as pompas que ao longo da nossa vida adquirimos), coloquemos sapatos confortáveis (a festa será longa e temos 80 anos) , arrumemos nossos cabelos esbranquiçados a capricho, pele, mulheres com uma maquiagem adequada aos 80, coloquemo-nos defronte à porta do salão de festas que está fechada e respiremos fundo: serão muitas emoções…

Abramos a porta, coloquemo-nos numa postura jovial e apareçamo-nos para os nossos!

Alguns passos e olhemo-nos à nossa volta.

Vejamos quem está lá (como é um é um exercício mental, valem pais e pessoas que já se foram), quantas pessoas temos?

Quem veio nos prestigiar?

Quem está emocionado em nos ver?

Mais alguns passos, postemo-nos ainda mais jovialmente, e coloquemo-nos ao centro do salão.

Imaginemos quem será a primeira pessoa a vir nos receber, e pensemos: – Qual meu papel na vida dela? E o que desejo que ela me fale nessa hora.

Qual a segunda pessoa, qual papel e o que ela me falará!

Façamos esse exercício com pelo menos 10 pessoas, lembremo-nos que o salão tem mais de 200 convidados.

Essa reflexão nos fará diagnosticar como levaremos nossa vida nos próximos anos e como queremos nos comportar em nossas relações, para que em nossa festa, nossos papéis sejam reconhecidos como imaginamos.

Desejo ser uma convidada de sua festa!!

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